sexta-feira, 31 de maio de 2013

Paranóias, café e você sabe como eu sou

Postado por Unknown às 22:04
Olá, meu primeiro post, resolvi então postar um texto, que geralmente faço quando sinto vontade imensa de falar com alguém e não tem ninguém, então desabafo nas palavras. Está aí:

Capitulo 2 
E aquela era sua vida, quieta demais, é tão clichê falar que se debruçava em suas próprias lágrimas e medos. O mundo é vasto demais, você é pequena demais, repetia – se constantemente de frente para o espelho, reparando seus pequenos olhos e ao redor deles suas olheiras fundas, o que seria dela naquele momento, suspirava, café, medo e dor é clichê também, mas é o que resta, bebida ela não queria, talvez porque, queria sentir tudo aquilo mesmo, e não fugir pra um mundo submerso de seus pensamentos. Incrível como quando tudo chega ao fim, você começa a pensar no começo, lembrando-se da frase sentou – se e ficou em nostalgia com momentos. Ela escrevia textos quando não estava muito bem, e quando estava bem, escrevia pra contar pequenos momentos lindos que vivia. Ela era tão esdruxula, não sabia se comunicar com as pessoas, estragava tudo tipo de relação que podia ter, gostava de filmes antigos, na sua mente ela vivia em um filme antigo, a maioria das pessoas não a compreendia, a maioria a acha idiota, e realmente era. Era uma idiota porque não sabia viver. Ou vivia de seu jeito. E contestava isso, porque ninguém entendia? Caminhava de um lado para o outro, ansiedade a dominava, principalmente na madrugada. O que será que ela estava pensando? Em prantos, pensava e pensava, era impulsiva e bipolar, mas tinha um coração grande. Fazia mil e uma coisas ruins, mas ainda assim tinha um coração. O que é raro em seres humanos, um coração, aquela garota tinha um, sim ela sentia, ela chorava, ela era tão farta do mundo que às vezes sumia, queria ficar um pouco dentro de si. 

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